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<title>Os meus livros</title>
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<modified>2009-11-09T19:01:38Z</modified>
<tagline>
 
Blogue com inicío em 3 Maio 2005, é sobre o que escrevo -   

DEUS ÁS VEZES FAZ MILAGRES e UM TANGO NO JARDIM foram os primeiros livros de ficção que escrevi. Estou a escrever POEMAS E PROSAS MINHAS, façam o favor de ler, e se quiserem comentem. 

  Autor - FERNANDO RAMOS  -  - também estou em wwww.fernandoramos.blogs.sapo.pt
 
</tagline>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038</id>
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<copyright>Copyright (c) 2009, ramos</copyright>
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<title>115 - NUVENS CINZENTAS</title>
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<modified>2009-11-09T19:01:38Z</modified>
<issued>2009-11-10T18:32:28Z</issued>
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<created>2009-11-10T18:32:28Z</created>
<summary type="text/plain"> NUVENS CINZENTAS Uma nuvem cinzenta aqui passou muita tristeza deixou ficar Será que o tempo se alterou ou alguém de mim se vai afastar Espero que o sol apareça para esta dúvida tirar Que chova, antes que aconteça meu destino a nuvem mudar E o sol lá apareceu em todo seu esplendor A nuvem fria esmoreceu e à minha vida voltou o calor E ela, lá foi embora com frieza para outras mentes atormentar Com a nuvem foi a tristeza agora, estou mais a gostar Não é que eu seja pessimista mas aqui ela não deve mais passar Até é melhor que não se lhe resista para nossas vidas não mudar Nuvens cinzentas adeus para sempre nunca mais aqui vos quero ver Preciso que meu amor fique contente porque na vida a quero sempre ter de: fernando ramos 5.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/nuvem.jpg"><img alt="nuvem.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/nuvem-thumb.jpg" width="200" height="70" /></a></p>

<p>NUVENS CINZENTAS</p>

<p>Uma nuvem cinzenta aqui passou<br />
muita tristeza deixou ficar<br />
Será que o tempo se alterou<br />
ou alguém de mim se vai afastar</p>

<p>Espero que o sol apareça<br />
para esta dúvida tirar<br />
Que chova, antes que aconteça<br />
meu destino a nuvem mudar</p>

<p>E o sol lá apareceu<br />
em todo seu esplendor<br />
A nuvem fria esmoreceu<br />
e à minha vida voltou o calor</p>

<p>E ela, lá foi embora com frieza<br />
para outras mentes atormentar<br />
Com a nuvem foi a tristeza<br />
agora, estou mais a gostar</p>

<p>Não é que eu seja pessimista<br />
mas aqui ela não deve mais passar<br />
Até é melhor que não se lhe resista<br />
para nossas vidas não mudar</p>

<p>Nuvens cinzentas adeus para sempre<br />
nunca mais aqui vos quero ver<br />
Preciso que meu amor fique contente<br />
porque na vida a quero sempre ter</p>

<p>de: fernando ramos<br />
5.8.2005<br />
 </p>]]>

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<title>114 - POETA DA NET</title>
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<modified>2009-11-09T18:45:26Z</modified>
<issued>2009-11-09T20:45:41Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.124234</id>
<created>2009-11-09T20:45:41Z</created>
<summary type="text/plain"> POETA DA NET Sou um poeta da net, que escreve até se fartar Ela a mim me diverte, e a ti faz gozar Aqui venho todos os dias, com alegria e prazer Diz lá se tu não lias, uma prosa que vou escrever Escrevo com muita lisura, meus poemas de brincar Na net os deixo com ternura, para meu amor se deliciar A net é uma paixão, para nós que aqui andamos Foi uma óptima invenção, que dela todos gostamos Digam lá senhores do mundo, se na net não é melhor andar A natureza não vai ao fundo, e as pessoas, não se anda a matar Deixem-se de guerras de morrer, e a natureza descansar As pessoas precisam de bem viver, venham mas é todos na net teclar de; fernando ramos 4.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/Cadeira_do_programador_do_HT.jpg"><img alt="Cadeira_do_programador_do_HT.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/Cadeira_do_programador_do_HT-thumb.jpg" width="173" height="180" /></a></p>

<p><em>POETA DA NET</p>

<p>Sou um poeta da net,<br />
que escreve até se fartar<br />
Ela a mim me diverte,<br />
e a ti faz gozar </p>

<p>Aqui venho todos os dias,<br />
com alegria e prazer<br />
Diz lá se tu não lias,<br />
uma prosa que vou escrever</p>

<p>Escrevo com muita lisura,<br />
meus poemas de brincar<br />
Na net os deixo com ternura,<br />
para meu amor se deliciar</p>

<p>A net é uma paixão,<br />
para nós que aqui andamos<br />
Foi uma óptima invenção,<br />
que dela todos gostamos</p>

<p>Digam lá senhores do mundo,<br />
se na net não é melhor andar<br />
A natureza não vai ao fundo,<br />
e as pessoas, não se anda a matar</p>

<p>Deixem-se de guerras de morrer,<br />
e a natureza descansar<br />
As pessoas precisam de bem viver,<br />
venham mas é todos na net teclar</p>

<p>de; fernando ramos<br />
4.8.2005</em></p>]]>

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<title>113 - NA ESTRADA</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/na_estrada" />
<modified>2009-11-06T22:47:01Z</modified>
<issued>2009-11-07T18:57:07Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.124280</id>
<created>2009-11-07T18:57:07Z</created>
<summary type="text/plain"> NA ESTRADA Soltaram os loucos da estrada, que ao volante de seus carros se julgam os poderosos do universo E alguns a seu belo prazer vão roubando vidas desencontradas das suas Soltaram os cães raivosos que perseguem suas presas Sentados ao volante de viaturas assassinas parecendo ter como objectivo terminar com uma vida inocente que se cruza num olhar onde o fim para ela se encontra bem próximo Soltaram os odiosos conscientes que em alta velocidade vão pela estrada fora destruindo o bem que é a vida humana que se encontra bem perto do quilómetro que vai marcar o fim da sua existência Chega de loucos do asfalto de cães raivosos e de Odiosos conscientes Basta de tanta, e tanta morte em caminhos de alcatrão A vida é para ser vivida e não destruída por imbecis que não passam de animais sem lei desprezando o seu semelhante de: fernando ramos 04.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/Acidente%202.jpg"><img alt="Acidente 2.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/Acidente%202-thumb.jpg" width="150" height="105" /></a></p>

<p><em>NA ESTRADA</p>

<p>Soltaram os loucos<br />
da estrada, <br />
que ao volante <br />
de seus carros<br />
se julgam os poderosos <br />
do universo<br />
E alguns a seu belo prazer <br />
vão roubando vidas<br />
desencontradas das suas</p>

<p>Soltaram os cães raivosos<br />
que perseguem suas presas<br />
Sentados ao volante<br />
de viaturas assassinas<br />
parecendo ter como objectivo <br />
terminar com uma vida inocente<br />
que se cruza num olhar <br />
onde o fim para ela<br />
se encontra bem próximo </p>

<p>Soltaram os odiosos conscientes<br />
que em alta velocidade<br />
vão pela estrada fora <br />
destruindo o bem <br />
que é a vida humana<br />
que se encontra bem perto <br />
do quilómetro que vai <br />
marcar o fim da sua existência</p>

<p>Chega de loucos do asfalto <br />
de cães raivosos<br />
e de Odiosos conscientes<br />
Basta de tanta, e tanta morte<br />
em caminhos de alcatrão<br />
A vida é para ser vivida <br />
e não destruída por imbecis <br />
que não passam de animais sem lei <br />
desprezando o seu semelhante</p>

<p>de: fernando ramos<br />
04.8.2005</em><br />
 </p>]]>

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<title>112 - OS POLÍTICOS CORRUPTOS</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/corrupcaooooooo" />
<modified>2009-11-05T23:15:18Z</modified>
<issued>2009-11-06T18:25:43Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.117692</id>
<created>2009-11-06T18:25:43Z</created>
<summary type="text/plain"> OS POLÍTICOS CORRUPTOS Há por aí políticos Doutores que se julgam Patriarcas Fazem muitas trapalhadas nos lugares de Autarcas Até há um, que fugiu para o Brasil e pelo que temos cá lido foi novamente a eleições, com um processo de Arguido E há por aí mais alguns deles, que do povo se andaram aproveitar Depois vão às televisões dizer que a vida lhes querem estragar São uns Anjinhos estes ilustres que nos andam a enganar Depois vem, vão-se queixar que o povo os quer mal tratar Temos tanta pena deles que se algum for acusado Dizemos já à justiça, que ninguém foi roubado Ouçam lá seus artistas deixem-se da triste lamúria Vocês estão todos ricos e o povo na penúria Eles são tão viajados que vão do Brasil à Suíça Levam o nosso dinheirinho e vão pedir perdão na missa Vamos ver no que isto vai dar porque o povo anda desconfiado Ó muito nos enganamos, ou o povinho vai ser lixado Nós só pedimos justiça para estes enganadores Vamos lá julgar esta gente, para acabar com reles senhores São políticos sem ética devem sofrer de alguma tara Candidatam-se novamente às Câmaras sem nenhuma vergonha na cara de:...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/bla1.jpg"><img alt="bla1.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/bla1-thumb.jpg" width="200" height="133" /></a></p>

<p><em>OS POLÍTICOS CORRUPTOS</p>

<p>Há por aí políticos Doutores<br />
que se julgam Patriarcas<br />
Fazem muitas trapalhadas<br />
nos lugares de Autarcas</p>

<p>Até há um, que fugiu para o Brasil<br />
e pelo que temos cá lido<br />
foi novamente a eleições, <br />
com um processo de Arguido</p>

<p>E há por aí mais alguns deles,<br />
que do povo se andaram aproveitar<br />
Depois vão às televisões dizer<br />
que a vida lhes querem estragar</p>

<p>São uns Anjinhos estes ilustres<br />
que nos andam a enganar   <br />
Depois vem, vão-se queixar<br />
que o povo os quer mal tratar</p>

<p>Temos tanta pena deles<br />
que se algum for acusado<br />
Dizemos já à justiça,<br />
que ninguém foi roubado</p>

<p>Ouçam lá seus artistas<br />
deixem-se da triste lamúria<br />
Vocês estão todos ricos<br />
e o povo na penúria</p>

<p>Eles são tão viajados<br />
que vão do Brasil à Suíça<br />
Levam o nosso dinheirinho<br />
e vão pedir perdão na missa</p>

<p>Vamos ver no que isto vai dar<br />
porque o povo anda desconfiado<br />
Ó muito nos enganamos,<br />
ou o povinho vai ser lixado</p>

<p>Nós só pedimos justiça<br />
para estes enganadores  <br />
Vamos lá julgar esta gente,<br />
para acabar com reles senhores</p>

<p>São políticos sem ética<br />
devem sofrer de alguma tara<br />
Candidatam-se novamente às Câmaras<br />
sem nenhuma vergonha na cara</p>

<p>de: fernando ramos<br />
04.8.2005</em> </p>]]>

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<title>111 - A JANELA DA MENINA</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/a_janela" />
<modified>2009-11-02T19:24:07Z</modified>
<issued>2009-11-02T21:28:51Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.123387</id>
<created>2009-11-02T21:28:51Z</created>
<summary type="text/plain"> A JANELA DA MENINA Menina estás à janela esperando p´lo teu amor Mas enganaste nela volta para dentro por favor Não vês que essa é do corral a outra é bem diferente Vai depressa menina para a janela da frente Tens a certeza menina que já é hora de ele chegar Deves estar enganada porque já começa a tardar Tão depressa as horas passaram e ele tem é outro amor vai para dentro menina não sofras mais essa dor Mas afinal tu tens razão a janela é a do corral O teu amor é uma vaca não passa de um animal Fez-te esperar tanto tempo acho que tempo de mais Vai para a outra janela para junto dos animais Lá é que ele deve estar por deixar teu coração só Não se faz isso à menina o dele, é um coração sem dó de: fernando ramos 02.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/as%20vacas-1.jpg"><img alt="as vacas-1.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/as%20vacas-1-thumb.jpg" width="122" height="200" /></a></p>

<p>A JANELA DA MENINA</p>

<p>Menina estás à janela<br />
esperando p´lo teu amor<br />
Mas enganaste nela<br />
volta para dentro por favor</p>

<p>Não vês que essa é do corral<br />
a outra é bem diferente<br />
Vai depressa menina<br />
para a janela da frente</p>

<p>Tens a certeza menina<br />
que já é hora de ele chegar<br />
Deves estar enganada<br />
porque já começa a tardar</p>

<p>Tão depressa as horas passaram<br />
e ele tem é outro amor<br />
vai para dentro menina<br />
não sofras mais essa dor</p>

<p>Mas afinal tu tens razão<br />
a janela é a do corral<br />
O teu amor é uma vaca<br />
não passa de um animal</p>

<p>Fez-te esperar tanto tempo<br />
acho que tempo de mais<br />
Vai para a outra janela<br />
para junto dos animais</p>

<p>Lá é que ele deve estar<br />
por deixar teu coração só<br />
Não se faz isso à menina<br />
o dele, é um coração sem dó</p>

<p>de: fernando ramos<br />
02.8.2005</p>

<p><br />
 </p>]]>

</content>
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<title>110 - O COLIBRI</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/o_colibri" />
<modified>2009-10-29T21:56:08Z</modified>
<issued>2009-10-29T23:59:03Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.124129</id>
<created>2009-10-29T23:59:03Z</created>
<summary type="text/plain"> O COLIBRI Meu pequeno Colibri que voas parado no ar teu tamanho faz de ti uma ave de se admirar Tu és muito pequena minha ave de picar A minha planta açucena por ti se está apaixonar Um milhão de vezes, dás batidas de asas no ar Também voas para trás isso é algo de espantar És tão leve meu colibri E de inteligência dás ares Nas florestas dizem de ti Que só falta falares Minha avezinha colorida tanta água tu bebes Fazes minha vida florida de tristezas leves Sem ti já não sei viver por causa da tua alegria para mim é sempre um prazer ter-te na minha companhia de: fernando ramos 3.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p> <a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/colibri.jpg"><img alt="colibri.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/colibri-thumb.jpg" width="150" height="128" /></a></p>

<p><em>O COLIBRI</p>

<p>Meu pequeno Colibri<br />
que voas parado no ar<br />
teu tamanho faz de ti<br />
uma ave de se admirar  </p>

<p>Tu és muito pequena<br />
minha ave de picar <br />
A minha planta açucena<br />
por ti se está apaixonar</p>

<p>Um milhão de vezes, dás<br />
batidas de asas no ar<br />
Também voas para trás<br />
isso é algo de espantar</p>

<p>És tão leve meu colibri<br />
E de inteligência dás ares<br />
Nas florestas dizem de ti<br />
Que só falta falares</p>

<p>Minha avezinha colorida<br />
tanta água tu bebes<br />
Fazes minha vida florida<br />
de tristezas leves</p>

<p>Sem ti já não sei viver<br />
por causa da tua alegria<br />
para mim é sempre um prazer<br />
ter-te na minha companhia</p>

<p>de: fernando ramos<br />
3.8.2005</em> </p>]]>

</content>
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<title>109 - OLHARES DA NOITE</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/olhares_da_noit" />
<modified>2009-10-27T15:16:40Z</modified>
<issued>2009-10-27T19:06:54Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.123715</id>
<created>2009-10-27T19:06:54Z</created>
<summary type="text/plain"> OLHARES DA NOITE O brilho dos olhos teus Beijam-me nas noites de luar Caiem-te lágrimas em versos meus Quando para ti estou a declamar À noite vejo teu olhar, Quando de mim estás a fugir Corro para ti, até te alcançar Porque teus olhos não sabem mentir Quando beijas a minha pele Sou incapaz de dizer que não À noite teus beijos sabem a mel Perturbando meu coração E se a noite for escura Mesmo assim vou ver esse olhar Ele vai me levar à loucura, Até meu coração se incendiar Na noite de todos os olhares Belos poemas vêem de ti Depois ao te deitares És a bela poesia para mim É uma noite de impaciente nervura Com tantos ais de amor Damos beijos de muita doçura E trocamos olhares de tanta cor de: Fernando Ramos 03.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/natureza-1.jpg"><img alt="natureza-1.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/natureza-1-thumb.jpg" width="57" height="180" /></a></p>

<p><em>OLHARES DA NOITE</p>

<p>O brilho dos olhos teus<br />
Beijam-me nas noites de luar<br />
Caiem-te lágrimas em versos meus<br />
Quando para ti estou a declamar</p>

<p>À noite vejo teu olhar,<br />
Quando de mim estás a fugir<br />
Corro para ti, até te alcançar<br />
Porque teus olhos não sabem mentir</p>

<p>Quando beijas a minha pele<br />
Sou incapaz de dizer que não<br />
À noite teus beijos sabem a mel<br />
Perturbando meu coração</p>

<p>E se a noite for escura<br />
Mesmo assim vou ver esse olhar<br />
Ele vai me levar à loucura,<br />
Até meu coração se incendiar</p>

<p>Na noite de todos os olhares<br />
Belos poemas vêem de ti<br />
Depois ao te deitares<br />
És a bela poesia para mim</p>

<p>É uma noite de impaciente nervura   <br />
Com tantos ais de amor<br />
Damos beijos de muita doçura<br />
E trocamos olhares de tanta cor</p>

<p>de: Fernando Ramos<br />
03.8.2005</em></p>

<p><br />
 </p>

<p></p>

<p><br />
</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>108 - SEXO</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/sexo" />
<modified>2009-10-25T20:53:27Z</modified>
<issued>2009-10-25T22:39:10Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.124124</id>
<created>2009-10-25T22:39:10Z</created>
<summary type="text/plain"> SEXO Fazer sexo é muito bom e é uma bela proposta Dizem... Falar dele não é bom tom mas toda gente, o faz e gosta Vou amar minha mulher como ela me ama a mim Fazemos muito bom sexo a vida é mesmo assim Gosto tanto de o fazer, e ela também diz que sim O sexo é um doce prazer para ela e para mim É de louca perdição seja de noite ou de dia Quando é feito do coração é a perfeição da melodia Sexo é bom e tem sabor não valerá a pena negar Feito com muito amor ainda mais vamos gostar Porque se anda a esconder algo que toda a gente faz Não é crime se fazer tanto sexo, se for capaz Porque se faz dele um tabu se é parte da nossa vida Dele, nasci eu e nasceste tu duma grande paixão vivida de: fernando ramos 02.8.2005...</summary>
<author>
<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/casal%2520pose%2520amor.gif"><img alt="casal%20pose%20amor.gif" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/casal%2520pose%2520amor-thumb.gif" width="196" height="339" /></a></p>

<p><em>SEXO</p>

<p>Fazer sexo é muito bom<br />
e é uma bela proposta<br />
Dizem...<br />
Falar dele não é bom tom <br />
mas toda gente, o faz e gosta</p>

<p>Vou amar minha mulher<br />
como ela me ama a mim<br />
Fazemos muito bom sexo<br />
a vida é mesmo assim</p>

<p>Gosto tanto de o fazer,<br />
e ela também diz que sim<br />
O sexo é um doce prazer<br />
para ela e para mim</p>

<p>É de louca perdição<br />
seja de noite ou de dia<br />
Quando é feito do coração<br />
é a perfeição da melodia</p>

<p>Sexo é bom e tem sabor<br />
não valerá a pena negar<br />
Feito com muito amor<br />
ainda mais vamos gostar</p>

<p>Porque se anda a esconder<br />
algo que toda a gente faz<br />
Não é crime se fazer<br />
tanto sexo, se for capaz</p>

<p>Porque se faz dele um tabu<br />
se é parte da nossa vida<br />
Dele, nasci eu e nasceste tu<br />
duma grande paixão vivida<br />
 <br />
de: fernando ramos<br />
02.8.2005</em> </p>]]>

</content>
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<title>107 - ONDE ESTÁS</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/onde_estas" />
<modified>2009-10-24T19:17:05Z</modified>
<issued>2009-10-24T19:04:36Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.121765</id>
<created>2009-10-24T19:04:36Z</created>
<summary type="text/plain"> ONDE ESTÁS Em algum lugar tu andarás olhando para as estrelas e atirando sonhos ao ar Na esperança de obteres respostas da noite que tardam chegar Em algum lugar tu andarás e ao meu coração não mintas quando na minha viagem te encontrar e falar sobre as fronteiras que imaginaste para chegares tão longe Em algum lugar tu andarás e quantos montes e vales terei mais de percorrer p´ra chegar até a ti Quanto terei de esperar para te vêr e ouvir de tua voz que tudo terminou e que será em vão esta minha viagem Em algum lugar tu andarás e eu não encontro os caminhos que levaste para fugir de meu coração que chora de arrependimento por não ter partido contigo Onde estás meu amor andas ocultando teus segredos do universo, e eu nem consigo sentir o cheiro embriagante de teus perfumes que me levaria até a ti Em algum lugar tu andarás! de: fernando ramos 02.08.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/entradecer-1.jpg"><img alt="entradecer-1.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/entradecer-1-thumb.jpg" width="180" height="135" /></a></p>

<p><em>ONDE ESTÁS</p>

<p>Em algum lugar tu andarás<br />
olhando para as estrelas<br />
e atirando sonhos ao ar<br />
Na esperança de obteres<br />
respostas da noite <br />
que tardam chegar</p>

<p>Em algum lugar tu andarás<br />
e ao meu coração não mintas<br />
quando na minha viagem<br />
te encontrar e falar sobre <br />
as fronteiras que imaginaste<br />
para chegares tão longe</p>

<p>Em algum lugar tu andarás<br />
e quantos montes e vales terei mais<br />
de percorrer p´ra chegar até a ti<br />
Quanto terei de esperar para te vêr<br />
e ouvir de tua voz que tudo terminou <br />
e que será em vão esta minha viagem</p>

<p>Em algum lugar tu andarás<br />
e eu não encontro <br />
os caminhos que levaste <br />
para fugir de meu coração<br />
que chora de arrependimento<br />
por não ter partido contigo</p>

<p>Onde estás meu amor<br />
andas ocultando teus segredos <br />
do universo, e eu nem consigo<br />
sentir o cheiro embriagante de teus<br />
perfumes que me levaria até a ti<br />
Em algum lugar tu andarás!</p>

<p>de: fernando ramos<br />
02.08.2005<br />
 </em><br />
 </p>]]>

</content>
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<title>106 - ESSE OLHAR</title>
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<modified>2009-10-23T21:53:08Z</modified>
<issued>2009-10-23T00:11:25Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.123889</id>
<created>2009-10-23T00:11:25Z</created>
<summary type="text/plain"> ESSE OLHAR A luz dos olhos meus Procura teu doce olhar Brotam lágrimas por versos teus por tarde eu o encontrar À noite com ele quero estar Em pensamentos de amor Ele não me irá alcançar P´ra me amares com rigor Esse olhar é da minha carne Quando te amo no chão Teu amor tem muita arte Porque nem diz sim, nem não E na noite tornada escura Me prendes no teu olhar Ele me leva à loucura Até meu peito se incendiar Enquanto meu olhar te cerca Dizes que passas ao lado Deus queira que nunca me perca E dê antes um grito calado No dia que for dono desse olhar Vou içar ao vento minhas velas Meu barco irá navegar Nas águas revoltas das caravelas E nesse mar de tanto sal Vai meu barco até ao cais Próximo de teu olhar está o areal Onde o meu não brinca mais No barco, ao chegar ao cais teu olhar voltei a ver O mar não me deu tempo ao que o meu, tem p´ra dizer de: fernando ramos 02.8.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/olhar-1.jpg"><img alt="olhar-1.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/olhar-1-thumb.jpg" width="131" height="180" /></a></p>

<p><em>ESSE OLHAR</p>

<p>A luz dos olhos meus<br />
Procura teu doce olhar<br />
Brotam lágrimas por versos teus<br />
por tarde eu o encontrar</p>

<p>À noite com ele quero estar<br />
Em pensamentos de amor<br />
Ele não me irá alcançar<br />
P´ra me amares com rigor</p>

<p>Esse olhar é da minha carne <br />
Quando te amo no chão<br />
Teu amor tem muita arte<br />
Porque nem diz sim, nem não</p>

<p>E na noite tornada escura<br />
Me prendes no teu olhar<br />
Ele me leva à loucura<br />
Até meu peito se incendiar</p>

<p>Enquanto meu olhar te cerca<br />
Dizes que passas ao lado<br />
Deus queira que nunca me perca<br />
E dê antes um grito calado</p>

<p>No dia que for dono desse olhar<br />
Vou içar ao vento minhas velas<br />
Meu barco irá navegar<br />
Nas águas revoltas das caravelas</p>

<p>E nesse mar de tanto sal<br />
Vai meu barco até ao cais<br />
Próximo de teu olhar está o areal<br />
Onde o meu não brinca mais</p>

<p>No barco, ao chegar ao cais<br />
teu olhar voltei a ver<br />
O mar não me deu tempo<br />
ao que o meu, tem p´ra dizer<br />
 <br />
de: fernando ramos<br />
02.8.2005</em>  </p>]]>

</content>
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<title>105 - OS ARTISTAS NO OLIMPO</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/olimpo" />
<modified>2009-10-21T12:09:42Z</modified>
<issued>2009-10-21T18:19:41Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.124383</id>
<created>2009-10-21T18:19:41Z</created>
<summary type="text/plain"> OS ARTISTAS NO OLIMPO No Olimpo convivem os Deuses E outros, ainda mais Deus, tem lá artistas seus Mais importantes que Generais Muita gente boa por ali está Que jamais, irão sair Se Deus os chamou p’ra lá Foi prós ouvir, e ver sorrir E eles, lá estão com Deus Na sua longa eternidade Amália e Hermínia nos fados seus Entretendo tantos de felicidade Ao Sinatra e à Marlene Diertrich Mais outros artistas mundiais O céu ilumina-os sem fetiche P’ra suas festas celestiais Dos tangos, tem lá o Gardel Que, com Anjos anda dançar Mas o que há por ali a granel São trovadores e fadistas a cantar E outros mais, por lá há... Como Mozartt, ao piano improvisando O Miller do Jazz, também lá está Mais a Severa, sublimes fados cantando Já não falando do poeta Camões Com suas Musas e Sereias Ou Stº. António escrevendo sermões Mais o Cousteau, estudando as baleias E se no Olimpo, há tão bom viver Com as pessoas bonitas que lá estão Um dia ficaremos todos a saber Que não são só génios, que p´ra lá vão E se vamos por esse caminho fora Em outros talentos, falar eu devia No Charles...</summary>
<author>
<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/jesus.jpg"><img alt="jesus.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/jesus-thumb.jpg" width="111" height="180" /></a></p>

<p><em>OS ARTISTAS NO OLIMPO </p>

<p>No Olimpo convivem os Deuses<br />
E outros, ainda mais<br />
Deus, tem lá artistas seus<br />
Mais importantes que Generais</p>

<p>Muita gente boa por ali está<br />
Que jamais, irão sair<br />
Se Deus os chamou p’ra lá<br />
Foi prós ouvir, e ver sorrir</p>

<p>E eles, lá estão com Deus<br />
Na sua longa eternidade<br />
Amália e Hermínia nos fados seus<br />
Entretendo tantos de felicidade</p>

<p>Ao Sinatra e à Marlene Diertrich<br />
Mais outros artistas mundiais<br />
O céu ilumina-os sem fetiche<br />
P’ra suas festas celestiais</p>

<p>Dos tangos, tem lá o Gardel<br />
Que, com Anjos anda dançar<br />
Mas o que há por ali a granel<br />
São trovadores e fadistas a cantar</p>

<p>E outros mais, por lá há...<br />
Como Mozartt, ao piano improvisando <br />
O Miller do Jazz, também lá está<br />
Mais a Severa, sublimes fados cantando</p>

<p>Já não falando do poeta Camões<br />
Com suas Musas e Sereias<br />
Ou Stº. António escrevendo sermões<br />
Mais o Cousteau, estudando as baleias</p>

<p>E se no Olimpo, há tão bom viver<br />
Com as pessoas bonitas que lá estão<br />
Um dia ficaremos todos a saber<br />
Que não são só génios, que p´ra lá vão</p>

<p>E se vamos por esse caminho fora<br />
Em outros talentos, falar eu devia<br />
No Charles Darwin que também lá mora <br />
Terminando no William Shakespeare</p>

<p>E se Shakespeare lá escrever<br />
Suas obras os vão maravilhar<br />
Santos, e Anjos irão ver<br />
Poemas dele, Amália cantar</p>

<p>E Deus ilumina esses espíritos bons<br />
Que dançam num verso solidário<br />
Acolhendo seus filhos de belos tons<br />
Nesse Paraíso celeste e extraordinário </p>

<p>de: Fernando Ramos<br />
01.08.2005</em></p>]]>

</content>
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<title>104 - AMAR INTENSAMENTE</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/amar_intensamen" />
<modified>2009-10-17T19:32:09Z</modified>
<issued>2009-10-17T19:26:43Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.123837</id>
<created>2009-10-17T19:26:43Z</created>
<summary type="text/plain"> AMAR INTENSAMENTE Quem comigo anda a dormir só eu sei e não vou dizer Porque ela me pode fugir e a paixão fica a perder É segredo que não vai sair do nosso leito de bom viver Meu amor contigo quero ir às noites de bem querer É uma mulher de tanto amor meus sentimentos se perdem nela amamo-nos com tanto calor que grande mulher aquela Damos beijos de doce sabor que um deles é de canela nossos corpos amam sem dor como eu gosto do amar dela Tanto amar leva-nos à loucura enrolados nesta paixão A ela tenho tanta ternura que nem sofro de solidão De manhã pela frescura trocamos olhares de emoção Para mim não há mulher tão pura a que vive em meu coração de: fernando ramos 01.08.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/casal-1.jpg"><img alt="casal-1.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/casal-1-thumb.jpg" width="128" height="180" /></a></p>

<p><em>AMAR INTENSAMENTE</p>

<p>Quem comigo anda a dormir<br />
só eu sei e não vou dizer<br />
Porque ela me pode fugir<br />
e a paixão fica a perder</p>

<p>É segredo que não vai sair<br />
do nosso leito de bom viver<br />
Meu amor contigo quero ir<br />
às noites de bem querer</p>

<p>É uma mulher de tanto amor<br />
meus sentimentos se perdem nela<br />
amamo-nos com tanto calor<br />
que grande mulher aquela</p>

<p>Damos beijos de doce sabor<br />
que um deles é de canela<br />
nossos corpos amam sem dor<br />
como eu gosto do amar dela</p>

<p>Tanto amar leva-nos à loucura<br />
enrolados nesta paixão <br />
A ela tenho tanta ternura<br />
que nem sofro de solidão</p>

<p>De manhã pela frescura<br />
trocamos olhares de emoção<br />
Para mim não há mulher tão pura<br />
a que vive em meu coração</p>

<p>de: fernando ramos<br />
01.08.2005<br />
  </em> </p>]]>

</content>
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<entry>
<title>103  - UMA BRISA</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/uma_brisa" />
<modified>2009-10-15T23:14:38Z</modified>
<issued>2009-10-16T20:10:35Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.117940</id>
<created>2009-10-16T20:10:35Z</created>
<summary type="text/plain"> UMA BRISA Esta noite sentimos a brisa do mar que por nossa janela entrava Bem fria era essa aragem e tu meu amor deslizando num mar de razão na suavidade dum doce toque aconchegaste teu corpo ao meu confortando-nos o calor de prazer e sem palavras nos beijámos Esse pequeno gesto fez-nos vibrar em ardente desejo prolongado no silêncio dos amantes E abraçados iniciámos o tímido jogo de sedução, e amamo-nos como tantas e tantas vezes o fazemos E num pulsar nossos corpos em colunas de fogo iniciam a sua viagem estonteante Suspirámos de prazer e paixão num frenesim de movimentos de avanços e recuos alcançando o sublime prazer que alimenta o silencio da nossa poesia de amor Que felizes estávamos na noite de farto festim agradecendo a uma brisa que pela janela entrou de: fernando ramos 1.08.2005...</summary>
<author>
<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><em> UMA BRISA</p>

<p>Esta noite <br />
sentimos a brisa do mar<br />
que por nossa janela entrava<br />
Bem fria era essa aragem<br />
e tu meu amor<br />
deslizando num mar de razão<br />
na suavidade dum doce toque <br />
aconchegaste teu corpo ao meu<br />
confortando-nos o calor de prazer<br />
e sem palavras nos beijámos</p>

<p>Esse pequeno gesto fez-nos<br />
vibrar em ardente desejo<br />
prolongado no silêncio dos amantes<br />
E abraçados iniciámos o tímido <br />
jogo de sedução, <br />
e amamo-nos como tantas<br />
e tantas vezes o fazemos<br />
E num pulsar nossos corpos <br />
em colunas de fogo iniciam <br />
a sua viagem estonteante</p>

<p>Suspirámos de prazer e paixão<br />
num frenesim de movimentos<br />
de avanços e recuos <br />
alcançando o sublime prazer <br />
que alimenta o silencio<br />
da nossa poesia de amor </p>

<p>Que felizes estávamos <br />
na noite de farto festim<br />
agradecendo a uma brisa <br />
que pela janela entrou</p>

<p>de: fernando ramos<br />
1.08.2005<br />
</em> </p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title> 102 - SER OU NÃO SER</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/ser_ou_nao_ser" />
<modified>2009-10-09T20:32:04Z</modified>
<issued>2009-10-09T20:25:09Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.121540</id>
<created>2009-10-09T20:25:09Z</created>
<summary type="text/plain"> SER OU NÃO SER Forte e génio não serei sou aquilo que tenho de ser Há quem não goste dizem que são mais de cem desses quero lá saber Para mim está tudo bem desde que não compliquem Quem está mal pode sair também os outros então que fiquem Parece muito confuso mas é fácil de resolver Ou se gosta, ou não se dá uso assim não é difícil perceber Não me meto em confusões nem digo palavras singelas Fujo sempre de más situações porque estou bem longe delas Sei até onde posso ir nunca vou mais além não me façam lá ir que por mim está tudo bem E vos digo que sou assim e já nem vou mudar Gosto de coisas simples p´ra mim mas há quem queira complicar Ser ou não ser, fácil é mas vão ver que não é bem assim todos acabamos por complicar até eu me complico a mim de: fernando ramos 01.08.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p> <em>SER OU NÃO SER</p>

<p>Forte e génio não serei<br />
sou aquilo que tenho de ser<br />
Há quem não goste <br />
dizem que são mais de cem <br />
desses quero lá saber<br />
  <br />
Para mim está tudo bem<br />
desde que não compliquem<br />
Quem está mal pode sair também<br />
os outros então que fiquem</p>

<p>Parece muito confuso<br />
mas é fácil de resolver<br />
Ou se gosta, ou não se dá uso<br />
assim não é difícil perceber<br />
 <br />
Não me meto em confusões<br />
nem digo palavras singelas<br />
Fujo sempre de más situações<br />
porque estou bem longe delas  </p>

<p>Sei até onde posso ir<br />
nunca vou mais além<br />
não me façam lá ir<br />
que por mim está tudo bem</p>

<p>E vos digo que sou assim<br />
e já nem vou mudar<br />
Gosto de coisas simples p´ra mim<br />
mas há quem queira complicar </p>

<p>Ser ou não ser, fácil é<br />
mas vão ver que não é bem assim<br />
todos acabamos por complicar<br />
até eu me complico a mim</p>

<p>de: fernando ramos<br />
01.08.2005</em><br />
 </p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>101 - OLHANDO PARA TI</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/2009/10/olhando_para_ti" />
<modified>2009-10-08T21:04:48Z</modified>
<issued>2009-10-08T22:50:31Z</issued>
<id>tag:meuslivros.weblog.com.pt,2009://1038.123625</id>
<created>2009-10-08T22:50:31Z</created>
<summary type="text/plain"> OLHANDO PARA TI Ao ver-te nessa janela recordo sentimentos gravados em poemas meus que voavam como bátegas de cristal por teus cabelos Procuravam um horizonte de palavras ditas que terminavam num tempo acabado em teus lábios Perdidos de beijos meus entre murmúrios de promessas para toda a nossa eternidade Agora ao ver-te aí à janela penso nas loucuras que trocámos sem sabermos onde nos levava e só o amor nos obrigava a procurar refugio dentro dessas mesmas loucuras Hoje isso tudo faz parte do nosso passado como uma saudade minha Ao olhar para ti aí na nossa janela não posso sequer pensar em me aproximar meu amor Porque os Anjos Arcanjos que me protegem nesta minha nova vida de espíritos não permitem nosso encontro São agora eles os guardiões da minha eternidade de: fernando ramos 31.7.2005...</summary>
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<name>ramos</name>

<email>xafaricas@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://meuslivros.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><a href="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/homem-fogo.jpg"><img alt="homem-fogo.jpg" src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/homem-fogo-thumb.jpg" width="200" height="100" /></a></p>

<p><em>OLHANDO PARA TI</p>

<p>Ao ver-te nessa janela<br />
recordo sentimentos<br />
gravados em poemas meus <br />
que voavam como bátegas <br />
de cristal por teus cabelos <br />
Procuravam um horizonte<br />
de palavras ditas<br />
que terminavam num tempo<br />
acabado em teus lábios<br />
Perdidos de beijos meus<br />
entre murmúrios de promessas <br />
para toda a nossa eternidade</p>

<p>Agora ao ver-te aí à janela<br />
penso nas loucuras <br />
que trocámos<br />
sem sabermos onde nos levava<br />
e só o amor nos obrigava<br />
a procurar refugio dentro <br />
dessas mesmas loucuras<br />
Hoje isso tudo faz parte <br />
do nosso passado<br />
como uma saudade minha</p>

<p>Ao olhar para ti<br />
aí na nossa janela<br />
não posso sequer pensar<br />
em me aproximar meu amor<br />
Porque os Anjos Arcanjos<br />
que me protegem<br />
nesta minha <br />
nova vida de espíritos<br />
não permitem nosso encontro<br />
São agora eles os guardiões <br />
da minha eternidade </p>

<p>de: fernando ramos<br />
31.7.2005</em> </p>]]>

</content>
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